domingo, 17 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

Adeus #ObamaDigital, hoje começo um novo projeto



Caros amigos,

Após começar a me interessar mais sobre a ciência da felicidade aplicada a empreendedorismo e negócios, lendo livros como
o Crush It! do Gary Vay ou o Deliveryng Happiness do Tony Hsieh, decidi aposentar o #ObamaDigital.

Esse é meu último post por aqui, pois vou começar o meu site pessoal, no qual escreverei e gravarei vídeos, entrevistas
sobre um assunto que sou completamente apaixonado: empreendedorismo, cultura de start-ups de tecnologia e digital business.

Foi exatamente por conta desses assuntos que resolvi me mudar para Boulder e estudar na Boulder Digital Works.

Comprei o domínio pedrosorren.com e estou orçando empresas de design, mais especificamente a Blue Bossa, que já é parceira de longa data.

O Blogger é uma grande bosta para CMS. Uma plataforma velha, que não se atualizou e bastante limitada em termos de bem..
TUDO! De plug-ins à layouts, digo adeus os blogs do Google.

Durante todo esse tempo por aqui (11 meses), foram mais de 1500 visitas. Obrigado a cada um de vocês que deram um pulo por aqui, seja para ver o #ObamaDigital ou mesmo para conferir postagens minhas e do @rovitulli.

Não posso me esquecer também dos 10 seguidores do blog! Vocês são demais. Só de imaginar que eu, sem atualizar periodicamente ou escolher temas, tenho 10 pessoas fielmente interessadas já é sensacional.

Chegou a hora de selecionar melhor os assuntos, trabalhar o marketing pessoal e me aprofundar no que eu realmente tenho interesse como profissional.

A partir de agora, vou dedicar boa parte do meu tempo a minha futura empresa.

Espero que em menos de 2 meses o www.pedrosorren.com esteja no ar!

Enquanto isso, sigam-me no twitter ou acompanhem meus textos na ResultsOn, ProXXima ou Mashable.com

Abraços e Beijos,

Pedro Sorrentino
@pedrosorren




 

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Angels Investors e Venture Capitals fazendo cartel no Vale do Silício?

Por conta deste post que o Arrington (Editor-Chefe) do TechCrunch escreveu antes do evento,
todos estavam com uma grande expectativa sobre o painel que teve a participação de gente de 
peso como, Ron Conway (Super Angel), Mark Suster (GRP Partners), Dave McClure (500 
Start-ups). 
O que aconteceu foi que ele "supostamente" encontrou todos esses bigshots e os acusou de 
fazerem cartel na avaliação das empresas que iriam investir no futuro. Pagando, dessa forma, 
muito menos e lucrando muito mais. 

Era inevitável a discussão sobre isso no painel. Ficou tudo muito tenso, mas foi interessante. 

O vídeo abaixo, mostra parte do que aconteceu no palco. 



Cobertura do TechCrunch Disrupt #001

Engraçado, mas já parece pré-histórico o vídeo que gravei na madrugada do domingo. Antes de voar para São Francisco.

Só não queria deixar ele morto no meu HD.


=)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Hoje é um novo começo.

Nada de escrever muito por aqui. O momento agora é de agir, lutei muito para chgar até aqui em Boulder e vou viver e aproveitar cada dia, conversa, pessoas e conhecimento.

Home-sick superado, agora é hora de crescer e agir.

"Live as if you were to die tomorrow. Learn as if you were to live forever" - Gandhi

Agora 4 vídeos/músicas inspiradores. Nesta exata ordem.













Em frente!


=)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Logos Lesson. Dislikes + Likes

I really like the Wallmart evolution logo. It show a more simple, light and fun side of the brand. Instead of focusing on the brand it self and low prices (witch is actually something bad because it can make the brand itself something cheap).

This new idea is interesting, because it brings puporse to everything. It's not only chep but it makes you happy. 




I dislike the UPS logo for one reason. I can't really tell if they are a bank or a transportation company. For me their logo reffers to safety and security instead of mobility, deliverying, shipping and the list goes on. In this case I think that there's space for a rebrading. Of course that the security aspect is great, but I think it can be more also.







sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quando a Zappos me entregou felicidade - Parte 01




Essa é a primeira vez que decido escrever sobre como tem sido minha vida aqui nos Estados Unidos. Há 3 semanas estou aqui. Sinceramente estou em uma fase que quero dar um fade-out na minha conta do Twitter. Vou postar mais por aqui, em especial sobre a enorme quantidade de novas experiências que tenho tido.

Vou fazer disso um hábito e, para ser sincero, o Twitter come a qualidade e engorda em quantidade. Chega disso. Less is More. Always.

Vamos lá.

Muito bom poder voltar a usar a Pandora.com e aproveitar para assistir programaas no Hulu.com. Contudo, o que eu mais queria fazer era comprar pela Zappos.com.

Há algum tempo já estava afim de experimentar o Nike+, me manter motivado e analisar metas pessoais. Em especial com relação ao meu corpo. Provar uma experiência que é um sucesso global, mas com o preço que custa por aqui. E me desmotivo muito fácil quando falamos de exercício físico. Tanto que o maior tempo que frequentei a academia consecutivamente esses últimos 3 anos, foram dois meses. Vergonhoso.

Comprar pelo site da Nike implicava no dobro do tempo de entrega, sem contar o frete. Além disso, para mim Tony Hsieh (se pronuncia Shey) é um exemplo de vida para mim. Alguém que me insipira a ser um profissional e futuro empresário melhor. Todos os dias.

Quando resolvi me mudar para Boulder aqui no Colorado tinha muitos livros que tinha comprado, mas não terminado. Simplesmente não queria deixar eles apodrecendo em casa. Trouxe na mala os seguintes títulos:

- Putting the Public Back in PR - Brian Solis
- Socialnomics - Eric Qualman
- Get Seen - Steve Garfield
- Freakonomics - Stephen Dubner, Steven Levitt
- The Cult of the Amateur - Andrew Keen
- Ethics Part 01 - Benedictus Spinoza
- Darma Digital - Steven Vedro

Mesmo assim eu estava flertando com o Delivering Happiness há algum tempo. Esse livro é uma mistura entre auto-biografia e uma história de empreendedorismo de sucesso do Tony. Só não havia criado a coragem de comprar porque pensava: cara, você tem vários ótimos títulos para ler. Um passo de cada vez.

Mas não era isso que a natureza reservava para mim. Primeira semana que estava com meu studio alugado, ou seja estava mais preocupado em ir fazer compras na Target (Supermercado e Utensílios) e mobiliar a casa na Craigslist (foi animal fazer isso) do que contratar a um ISP para internet. Tudo isso pra dizer que eu só ficava online na Boulder Digital Works ou quando ia para o Starbucks. Como era domingo, fui para o Starbucks.

Chego lá o e o café lotadasso. 100% das pessoas com seus notebooks abertos usando o Wi-Fi gratuito de alta velocidade da AT&T. Resultado: nem consegui abrir o Gmail. Como eram apenas mais 5 minutos de caminhada fui para a BDW.

Nós como estudantes da pós temos acesso 24/7 ao nosso espaço interativo. Contudo, era domingo... então pensei não vai ter ninguém. Bacana. Chego lá todos os veteranos trabalhando em seus projetos. Realizei que estava no lugar certo. Havia encontrado mais amigos workaholics. Slumdog people.

Depois de umas duas horas lá, Justin vira para mim e fala: "Pedro, está rolando um evento da Zappos na praça da cidade. É a turnê daquele livro sobre felicidade, vamos conosco?" Nem acreditei.

Quando chegamos na praça. Estava tocando Living on a Prayer (na hora lembrei do @IgorTrisuzzi) dei um sorriso e me separei do grupo. Tony adora Red Bulls. E ele é a personificação da Zappos, o que quer dizer que havia uma geladeira gigante e um Open Bar de energético além de uns petiscos.

Enquanto meus colegas colocavam energéticos goela abaixo, fui falar com o pessoal da Zappos.

Boulder foi a primeira cidade escolhida para a turnê do livro. Vi pelo cartaz que havia perdido Tony por algumas horas. Viro-me para a funcionaria e falo como eu acho a Zappos incrível, como o mantra de ser completamente focado em serviço ao consumidor era algo incrível. Que havia assistido horas de apresentações em vídeo do Tony na web e estava tentado a comprar o livro. Claro que ser comprado pela Amazon por U$ 1,2 Bilhão também ajuda a trazer inspiração.

Com um sorriso ela se abaixa, abre uma caixa de papelão e me entrega uma cópia do Deliverying Happiness. O livro que estava flertando há meses!

Yes Folks.

Happines Delivered Part 01.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O Google Wave não morreu...

(últimas ondas de vida...)

Rodrigo Vitulli

... ou foi assassinado, como dizem. Ele mora em nossos corações e por isso nunca deixará de existir. Errrrrrr. Não, esse pode ser um dos motivos, mas não é por isso que eu decreto o não óbito da ferramenta. Ou melhor, virtualmente ele deixou de existir, mas sua essência não. ‘Ta’ confuso, eu sei, mas explico:

Minha opinião é a mesmíssima do Google: “a ferramenta não atingiu a adesão que esperávamos”. E não mesmo, por um motivo que parece banal, mas as pessoas não estavam, e ainda não estão, preparadas para ele (agora é a hora que os geeks se sentirão vilipendiados). Logicamente uma parcela entendeu o potencial da ferramenta, que de complicada não tem nada.

A ambição da ferramenta não era pequena. Ela só queria dominar todos os meios de comunicação que web oferece. E fazia isso muito bem, claro, com inúmeros bugs e correções que qualquer versão beta necessita (talvez até um pouco {muito} mais que as outras), mas não o isentava do tremendo potencial. Qualquer um que já combinou um mero churrasco com os amigos do trabalho sabe o quanto é complicado aquela enxurrada de respostas, muitas delas respondendo a perguntas ainda do início de conversa; uma confusão que não agilizava em nada o processo. Qualquer um que usou minimamente o Wave sabe da facilidade em percorrer o mesmíssimo processo sem os infortúnios de mensagens desconexas e amigos retardatários. Simples, direto e assustador.

Qualquer mudança exige um período de adaptação delicado e variável. O Google sabe disso muito bem e me decepciona um pouco com uma atitude tão radical. Se fosse só essa funcionalidade, a de marcar encontros de maneira ágil e direta, vá lá que não valesse manter servidores dedicados à ferramenta, mas as inúmeras possibilidades que o Wave oferece vão muito além disso, sem contar a facilidade de anexar qualquer aplicativo à qualquer conversa ativa.

O Wave é uma revolução silenciosa sem revolucionários. Por ser atrelado à conta Google e por estratégias de marketing errôneas (do tipo limitar os convites de acessos), talvez não tenha se difundido. Ainda sonho com um “wave universal”, que integre qualquer conta... Fica a diga a única empresa capaz disso hoje: Facebook, Inc.

Agora... Engana-se quem aposta que o legado de Wave tenha ido para o beleléu. Dá uma olhada no seu G.docs (tá, agora to falando com os geeks) e vê lá a última ferramenta de compartilhamento em tempo real que os danadinhos deixaram lá! Quando você menos esperar todas as funcionalidades estarão todas integradas de novo; ai você vai perceber como o Google é genial, sem se dar conta que os danadinhos haviam sido geniais há mais tempo e era você que não estava preparado.

Programadores!, a parte central dos códigos e os protocolos do Wave estão abertos e disponíveis. Se eu não fosse um zureta com os números, aproveitaria esse filão.

A Visão do pessoal do TechCrunch sobre o Brasil é engraçada

Ótimo material para nós empreendedores tech no Brasil. A visão deles em relação ao nosso país ainda vai mudar muito.

Júlio Vasconcellos. Head do Facebook no Brasil e Founder do Peixe Urbano no TCTV

Oswald de Andrade Goodbye Style

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Resumo da minha palestra em Brasília no ILB do Senado Federal


Foi muito boa essa visita à Brasília. Nesse momento estou sem tempo para escrever um texto descente sobre toda a exeperiência e por isso reproduzo na íntegra a matéria da agência Senado, que ficou muito fidedigna.

Ao final vocês poderão acessar os Slides da minha apresentação. =)

=====

Em palestra no ILB, especialista em mídias digitais aponta para o diálogo direto entre empresas e instituições com o público



Durante a tarde desta terça-feira (3), o publicitário e profissional de relações públicas Pedro Sorrentino realizou palestra no auditório do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) ressaltando a importância das novas mídias digitais para que empresas, instituições e pessoas públicas possam ter um diálogo direto com seus públicos ou clientes. A palestra "Jornalismo e Relações Públicas 2.0 - ideias para uma instituição pública atuar de forma mais participativa nas mídias sociais" foi promovida pela Secretaria de Relações Públicas do Senado Federal.

Pedro Sorrentino é autor do documentário "Obama Digital" (exibido ao final do evento), que analisa o uso das redes sociais na campanha presidencial do então candidato Barack Obama. Em diversas entrevistas com especialistas, o documentário aponta Obama como o primeiro candidato a presidente no mundo que lançou mão das novas mídias sociais da internet de maneira bem-sucedida. De acordo com Sorrentino, Obama usou 16 dessas ferramentas em sua campanha, principalmente o Twitter, Facebook e YouTube, e até redes especializadas nos públicos negro, gay e muçulmano.

O palestrante exemplificou algumas das estratégias usadas pelo agora presidente Obama: anunciou quem seria seu candidato a vice-presidente em primeira mão por SMS (mensagens de celular) a eleitores previamente cadastrados; anúncios e propagandas em jogos de videogame em rede e criação de um sítio apenas para rebater ou contradizer boatos e acusações contra o candidato (como a de que ele não seria um norte-americano nato). Mais de 90% do total das doações recebidas por Obama foram de menos de US$ 100, e vieram principalmente de eleitores comuns.

Isso demonstra, na opinião de Sorrentino, como essas mídias e redes podem ajudar empresas, instituições ou políticos a se aproximarem de modo mais carismático da população ou de consumidores. O diálogo e o feedback propiciados pela internet devem receber atenção especial dos emissores de conteúdo, aconselhou.

Mas não basta que uma entidade pública, por exemplo, tenha perfis em diversas dessas redes, pois a boa qualidade do conteúdo (a mensagem ou o produto) ainda é o mais importante, acrescentou Sorrentino.

- Quer um bom marketing? Faça um bom produto! Não adianta estar em todas as redes sociais se o produto não é bom - resumiu o palestrante, acrescentando que essas redes servem para integrar pessoas e entidades e não apenas divulgar produtos ou mensagens.

Para ele, a eleição brasileira de outubro será a primeira na história do país com uso significativo dessas redes sociais digitais pelos candidatos, mas ainda de maneira tímida. O especialista destacou ainda a enorme velocidade de transmissão de informações por essas mídias, sejam essas informações boas ou não para a imagem do emissor.

- A internet proporciona respostas e feedback instantâneos, qualquer erro nunca passará despercebido. A comunicação acontece em duas mãos - disse.

Sorrentino também afirmou que as instituições públicas como o Senado Federal podem usar esses novos meios digitais para humanizarem suas imagens perante a população brasileira e para recuperarem prestígio e credibilidade junto à sociedade.

Em palestra no ILB, especialista em mídias digitais aponta para o diálogo direto entre empresas e instituições com o público
[Foto: ]

Durante a tarde desta terça-feira (3), o publicitário e profissional de relações públicas Pedro Sorrentino realizou palestra no auditório do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) ressaltando a importância das novas mídias digitais para que empresas, instituições e pessoas públicas possam ter um diálogo direto com seus públicos ou clientes. A palestra "Jornalismo e Relações Públicas 2.0 - ideias para uma instituição pública atuar de forma mais participativa nas mídias sociais" foi promovida pela Secretaria de Relações Públicas do Senado Federal.

Pedro Sorrentino é autor do documentário "Obama Digital" (exibido ao final do evento), que analisa o uso das redes sociais na campanha presidencial do então candidato Barack Obama. Em diversas entrevistas com especialistas, o documentário aponta Obama como o primeiro candidato a presidente no mundo que lançou mão das novas mídias sociais da internet de maneira bem-sucedida. De acordo com Sorrentino, Obama usou 16 dessas ferramentas em sua campanha, principalmente o Twitter, Facebook e YouTube, e até redes especializadas nos públicos negro, gay e muçulmano.

O palestrante exemplificou algumas das estratégias usadas pelo agora presidente Obama: anunciou quem seria seu candidato a vice-presidente em primeira mão por SMS (mensagens de celular) a eleitores previamente cadastrados; anúncios e propagandas em jogos de videogame em rede e criação de um sítio apenas para rebater ou contradizer boatos e acusações contra o candidato (como a de que ele não seria um norte-americano nato). Mais de 90% do total das doações recebidas por Obama foram de menos de US$ 100, e vieram principalmente de eleitores comuns.

Isso demonstra, na opinião de Sorrentino, como essas mídias e redes podem ajudar empresas, instituições ou políticos a se aproximarem de modo mais carismático da população ou de consumidores. O diálogo e o feedback propiciados pela internet devem receber atenção especial dos emissores de conteúdo, aconselhou.

Mas não basta que uma entidade pública, por exemplo, tenha perfis em diversas dessas redes, pois a boa qualidade do conteúdo (a mensagem ou o produto) ainda é o mais importante, acrescentou Sorrentino.

- Quer um bom marketing? Faça um bom produto! Não adianta estar em todas as redes sociais se o produto não é bom - resumiu o palestrante, acrescentando que essas redes servem para integrar pessoas e entidades e não apenas divulgar produtos ou mensagens.

Para ele, a eleição brasileira de outubro será a primeira na história do país com uso significativo dessas redes sociais digitais pelos candidatos, mas ainda de maneira tímida. O especialista destacou ainda a enorme velocidade de transmissão de informações por essas mídias, sejam essas informações boas ou não para a imagem do emissor.

- A internet proporciona respostas e feedback instantâneos, qualquer erro nunca passará despercebido. A comunicação acontece em duas mãos - disse.

Sorrentino também afirmou que as instituições públicas como o Senado Federal podem usar esses novos meios digitais para humanizarem suas imagens perante a população brasileira e para recuperarem prestígio e credibilidade junto à sociedade.

Slides da apresentação no Senado Federal | AGO 2011

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